Como é bom estar de volta! 8 meses depois de incansáveis pensamentos voltados ao estágio, ao relatório, volto a me dedicar às palavras efêmeras destes dias frios de inverno aqui do sul. O que mais me espantou neste trajeto todo, foi ter conseguido me concetrar em todo protocolo do estágio, nas pessoas que conheci e ainda assim fazer parte da Comissão de Formatura da turma, que organizou a formatura e está nos finalmentes da organização da festa.
O que mais me surpreendeu foi a ausência de espaços para crises, que aconteceram, pois quase fiquei sem estágio 3 dias antes de começar a trabalhar. Mas estes e outros "causos" vou contar ao longo do tempo...
Ao lado, no autor da semana, a epígrafe que "postei" numa das primeiras páginas do TCC.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
terça-feira, 28 de outubro de 2008
1º SURTO
Ahh, meu Deus... Está caindo a ficha... Pensei até em criar um novo blog para essa nova aventura da minha vida, todavia, acho que poderia cair em tentação e me interessar mais pelo blog do que pelo Trabalho de Conclusão de Curso da facul de Tecnologia em Meio Ambiente... Pois então, já tenho título definido, orientador escolhido e itens maravilhosos do referencial teórico para começar a bagunça... mal posso esperar fevereiro (não, não é por causa do carnaval) pra começar meu estágio de verdade e aplicar tudo que aprendi e aprender tudo que não aprendi nos longos cinco semestres do curso. Mãos à obra!
quinta-feira, 24 de julho de 2008
PROMESSA
Perdi a capacidade de criar. Não sei quem sou. Sei apenas o que não quero ser e o que desejo...
Transformo-me em metáfora e metamorfizo minhas distopias em busca de um futuro utópico...
Por trás da minha aparente calmaria trago a pressa de crescer, de andar para frente, de caminhar até o destino que me observa.
Procuro nas entrelinhas da vida a lógica do tempo, a paz da solidão, a certeza do pensamento e me entrego aos meus sonhos com a o traço de esperança que a realidade me oferece.
Não quero transparecer impaciência quando as palavras me faltarem. Não quero ser injusta, indiferente e inconsciente sobre os problemas do mundo, nem tenho a intenção de mudá-lo... Apenas cuidá-lo para que não se torne o caus de seus habitantes.
Vida. A curva do universo, a fórmula mais linda do acaso, o alcance da promessa, o agora e o infinito são as pessoas que me cercam, meus pequenos deuses e anjos da Terra. Queria tanto saber o quanto a vida retribuirá a todos eles pelas lágrimas derramadas e pelo nosso livre arbítrio.
Por enquanto meus sonhos são “a sombra do futuro, a sobra do passado, que vai virar o jogo e transformar a perda em nossa recompensa”...
Transformo-me em metáfora e metamorfizo minhas distopias em busca de um futuro utópico...
Por trás da minha aparente calmaria trago a pressa de crescer, de andar para frente, de caminhar até o destino que me observa.
Procuro nas entrelinhas da vida a lógica do tempo, a paz da solidão, a certeza do pensamento e me entrego aos meus sonhos com a o traço de esperança que a realidade me oferece.
Não quero transparecer impaciência quando as palavras me faltarem. Não quero ser injusta, indiferente e inconsciente sobre os problemas do mundo, nem tenho a intenção de mudá-lo... Apenas cuidá-lo para que não se torne o caus de seus habitantes.
Vida. A curva do universo, a fórmula mais linda do acaso, o alcance da promessa, o agora e o infinito são as pessoas que me cercam, meus pequenos deuses e anjos da Terra. Queria tanto saber o quanto a vida retribuirá a todos eles pelas lágrimas derramadas e pelo nosso livre arbítrio.
Por enquanto meus sonhos são “a sombra do futuro, a sobra do passado, que vai virar o jogo e transformar a perda em nossa recompensa”...
EntreASPAS " É o que me interessa (Lenine)
sexta-feira, 11 de julho de 2008
DESTINO: Porto Alegre DESEMBARQUE: Viamão
Eu sempre terei tempo para escrever sobre ela, a capital, mesmo que as horas do meu dia pareçam diminuídas nesses últimos tempos.
Porto Alegre me inspira a visualizar o contraste, me põe no céu enquanto avisto o inferno numa grande metáfora, por que não metropolitana, agora que meu caminho por lá se estendeu?
Pois bem, desde a primeira vez que fui à capital e já sabia redigir prometi que toda vez que pelos pagos de lá andasse escreveria sobre a viagem. Aqui estou, após uma semana, com meus manuscritos em formação. Não creio que muitos se interessem por essa minha terceira grande aventura na cidade grande, visto que é quase como um diário, um registro necessário além dos quadros da lembrança.
Desta vez o destino era o mesmo que a viagem passada: Teatro Dante Barone, Assembléia Legislativa. Porém, o objetivo foi um tanto diferente. Saímos a meia-noite de Erechim, eu, minhas colegas, alguns estudantes do ensino médio (que um dia encontrarei no orkut) e meu namorado... Ah, meu namorado! Como é bom não viajar sozinha.
Não conseguimos dormir direito na ida, uma vez que os estudantes do ensino médio (que ainda encontrarei no orkut) tiveram a grandiosa disposição de ficar acordados e não deixaram ninguém dormir também. Como a gente fica velho e não percebe!
Chegamos por volta das seis horas da manhã e nossa primeira parada foi no Aeroporto Salgado Filho para tomar café. Ninguém tomou o dito café na verdade, pois o mesmo custava quase um vidro de Iguaçu em pó... Então, eu e meu namorado resolvemos deixar o ônibus para bisbilhotar o aeroporto e todo o conforto que ele poderia oferecer se fossemos pegar um avião. Contentamos-nos com uma mineral com gás, em olhar a pista de pousos e decolagens e tirar umas fotos de recordação. Perto das oito horas voltamos ao ônibus e seguimos até o Dante Barone. Eu comendo meu minhãozinho e meu namorado desfrutando do jejum diário. No teatro as coisas demoraram a acontecer... Atraso de uma hora para começar a audiência, ninguém do comitê, ninguém do governo, ninguém que realmente poderia fazer algo pela Uergs, tipo assim, assinar algum documento que trouxesse novos vestibulares para TODAS as unidades, mais professores, melhores condições de estrutura, mais pesquisa e extensão para a universidade do estado. Foi para isso que gente de todo o estado lotou o teatro, mas eu não vi muita coisa porque a dor de cabeça me latejava o pensamento e, ainda por cima, meu namorado tentava dormir a cada cinco segundos de audiência. Paciência. Para ver como a cabeça da gente muda: os protestos começaram, a balburdia e o desrespeito... Meu namorado protestava também: “Vamos embora, Bruna... Isso aqui não vai dar em nada...”. Faltavam vinte minutos para o meio-dia quando ele me puxou pela mão dizendo que não havia mais ônibus para Viamão depois daquele horário. Ok. Pegamos um táxi até a rodoviária. Lá compramos as passagens de volta para Erechim e, sem pestanejar, meu namorado me puxou pela mão novamente e disse: “Vamos pegar o ônibus para Viamão depois da passarela”. Caminhei uns trinta minutos de salto plataforma pelas avenidas porto alegrenses, nada que me fizesse cansar, não é, Giovani?
Pegamos um ônibus de linha e andamos uns quarenta minutos até Viamão. Almoçamos no shopping e de lá partimos para a rua onde a mãe e a irmã do Giovani moram. Mal entramos num simpático condomínio e ele foi bater à porta da cada nº. 1!
Nunca fui tão bem recebida em toda minha vida... Não é para me gabar, mas adorei a minha sogra e ela também me adorou. No restante do dia levamos a minha cunhada até a parada de ônibus, no centro de Viamão, para que ela pegasse um ônibus até a faculdade, em Porto Alegre. Passeamos muito, conversamos muito, cansamos muito e até visitamos a segunda igreja mais antiga do estado, segundo a dona Edir. À noite jantamos pizza. Pena que não deu para ficar mais, teria adorado passar uns dias em Viamão...
Às dez horas da noite pegamos mais um ônibus em frente ao condomínio, que nos levou cambaleantemente até a rodoviária de Poa. A meia-noite pegamos o ônibus que nos traria de volta a origem: Erechim. Dormimos a viagem inteira.
Uma semana depois ainda venho pensando nas duas noites e um dia que passei longe de casa e redescobrindo novas felicidades. Conclusão? Não há consideração final melhor do que a de ter percebido que no plural tudo fica mais alegre, mais emocionante, não tão mais fácil, mas menos difícil e diferente... TE AMO, Gio! Uergs, TE QUERO VIVA!
Porto Alegre me inspira a visualizar o contraste, me põe no céu enquanto avisto o inferno numa grande metáfora, por que não metropolitana, agora que meu caminho por lá se estendeu?
Pois bem, desde a primeira vez que fui à capital e já sabia redigir prometi que toda vez que pelos pagos de lá andasse escreveria sobre a viagem. Aqui estou, após uma semana, com meus manuscritos em formação. Não creio que muitos se interessem por essa minha terceira grande aventura na cidade grande, visto que é quase como um diário, um registro necessário além dos quadros da lembrança.
Desta vez o destino era o mesmo que a viagem passada: Teatro Dante Barone, Assembléia Legislativa. Porém, o objetivo foi um tanto diferente. Saímos a meia-noite de Erechim, eu, minhas colegas, alguns estudantes do ensino médio (que um dia encontrarei no orkut) e meu namorado... Ah, meu namorado! Como é bom não viajar sozinha.
Não conseguimos dormir direito na ida, uma vez que os estudantes do ensino médio (que ainda encontrarei no orkut) tiveram a grandiosa disposição de ficar acordados e não deixaram ninguém dormir também. Como a gente fica velho e não percebe!
Chegamos por volta das seis horas da manhã e nossa primeira parada foi no Aeroporto Salgado Filho para tomar café. Ninguém tomou o dito café na verdade, pois o mesmo custava quase um vidro de Iguaçu em pó... Então, eu e meu namorado resolvemos deixar o ônibus para bisbilhotar o aeroporto e todo o conforto que ele poderia oferecer se fossemos pegar um avião. Contentamos-nos com uma mineral com gás, em olhar a pista de pousos e decolagens e tirar umas fotos de recordação. Perto das oito horas voltamos ao ônibus e seguimos até o Dante Barone. Eu comendo meu minhãozinho e meu namorado desfrutando do jejum diário. No teatro as coisas demoraram a acontecer... Atraso de uma hora para começar a audiência, ninguém do comitê, ninguém do governo, ninguém que realmente poderia fazer algo pela Uergs, tipo assim, assinar algum documento que trouxesse novos vestibulares para TODAS as unidades, mais professores, melhores condições de estrutura, mais pesquisa e extensão para a universidade do estado. Foi para isso que gente de todo o estado lotou o teatro, mas eu não vi muita coisa porque a dor de cabeça me latejava o pensamento e, ainda por cima, meu namorado tentava dormir a cada cinco segundos de audiência. Paciência. Para ver como a cabeça da gente muda: os protestos começaram, a balburdia e o desrespeito... Meu namorado protestava também: “Vamos embora, Bruna... Isso aqui não vai dar em nada...”. Faltavam vinte minutos para o meio-dia quando ele me puxou pela mão dizendo que não havia mais ônibus para Viamão depois daquele horário. Ok. Pegamos um táxi até a rodoviária. Lá compramos as passagens de volta para Erechim e, sem pestanejar, meu namorado me puxou pela mão novamente e disse: “Vamos pegar o ônibus para Viamão depois da passarela”. Caminhei uns trinta minutos de salto plataforma pelas avenidas porto alegrenses, nada que me fizesse cansar, não é, Giovani?
Pegamos um ônibus de linha e andamos uns quarenta minutos até Viamão. Almoçamos no shopping e de lá partimos para a rua onde a mãe e a irmã do Giovani moram. Mal entramos num simpático condomínio e ele foi bater à porta da cada nº. 1!
Nunca fui tão bem recebida em toda minha vida... Não é para me gabar, mas adorei a minha sogra e ela também me adorou. No restante do dia levamos a minha cunhada até a parada de ônibus, no centro de Viamão, para que ela pegasse um ônibus até a faculdade, em Porto Alegre. Passeamos muito, conversamos muito, cansamos muito e até visitamos a segunda igreja mais antiga do estado, segundo a dona Edir. À noite jantamos pizza. Pena que não deu para ficar mais, teria adorado passar uns dias em Viamão...
Às dez horas da noite pegamos mais um ônibus em frente ao condomínio, que nos levou cambaleantemente até a rodoviária de Poa. A meia-noite pegamos o ônibus que nos traria de volta a origem: Erechim. Dormimos a viagem inteira.
Uma semana depois ainda venho pensando nas duas noites e um dia que passei longe de casa e redescobrindo novas felicidades. Conclusão? Não há consideração final melhor do que a de ter percebido que no plural tudo fica mais alegre, mais emocionante, não tão mais fácil, mas menos difícil e diferente... TE AMO, Gio! Uergs, TE QUERO VIVA!
sábado, 5 de julho de 2008
segunda-feira, 28 de abril de 2008
suREALIDADES
Deixe o céu ficar escuro. Deixe a música embalar o pensamento e o vento balançar de todo o cabelo.
Um dia alguém me disse que o crepúsculo é a hora mais difícil do dia, pois é o encontro da luz com as trevas. É neste instante que tudo é decidido.
Logo penso que o alvorecer é tão importante quanto, uma vez que trevas e luz despendem-se entre suspiros pelas horas que passaram tão depressa.
Muitas vezes nossas palavras não conseguem alcançar o nível dos acontecimentos que recebemos todos os dias e dos encontros iluminados pelas estrelas. Muitas vezes nosso agradecimento é tolo diante de motivos pelos quais sorrimos, até mesmo quando o que nos faz sorrir é o simples “olá” de um amigo. Muitas vezes somos tão pequenos por nos comparar com quem está “melhor” do que nós. Experimentei me comparar com alguém que sofre de verdade e vi que tenho sorte. Que tenho Deus.
Deixe o sol aquecer as mãos no inverno. Deixe o sopro do pensamento cultivar inspirações e a alegria do outro embalar a consciência para os pagos da felicidade... Pois, de fato, não existe nada melhor do que estar ao lado dos que nos têm como se fossemos anjos da guarda.
Um dia alguém me disse que o crepúsculo é a hora mais difícil do dia, pois é o encontro da luz com as trevas. É neste instante que tudo é decidido.
Logo penso que o alvorecer é tão importante quanto, uma vez que trevas e luz despendem-se entre suspiros pelas horas que passaram tão depressa.
Muitas vezes nossas palavras não conseguem alcançar o nível dos acontecimentos que recebemos todos os dias e dos encontros iluminados pelas estrelas. Muitas vezes nosso agradecimento é tolo diante de motivos pelos quais sorrimos, até mesmo quando o que nos faz sorrir é o simples “olá” de um amigo. Muitas vezes somos tão pequenos por nos comparar com quem está “melhor” do que nós. Experimentei me comparar com alguém que sofre de verdade e vi que tenho sorte. Que tenho Deus.
Deixe o sol aquecer as mãos no inverno. Deixe o sopro do pensamento cultivar inspirações e a alegria do outro embalar a consciência para os pagos da felicidade... Pois, de fato, não existe nada melhor do que estar ao lado dos que nos têm como se fossemos anjos da guarda.
sábado, 26 de abril de 2008
Uergs, minha utopia
“A UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL FOI CRIADA PELA LEI 11.646, DE 10 DE JULHO DE 2001. COMO UMA UNIVERSIDADE ESTADUAL PÚBLICA E GRATUITA, COM A RESPONSABILIDADE DE PROMOVER O DESENVOLVIMENTO REGIONAL SUSTENTÁVEL (...). É RESPONSABILIDADE DA UERGS FORMAR PROFISSIONAIS APTOS A DAR UMA CONTRIBUIÇÃO SUBSTANTIVA A ATIVIDADES ESPECÍFICAS NAS DIVERSAS REGIÕES DO ESTADO” (Caderno Acadêmico 2006)
Eu me chamo Bruna Fontana, sou acadêmica do 4º semestre do Curso Superior de Tecnologia em Meio Ambiente, cujo início se deu em agosto de 2006 na unidade do município de Erechim. Portanto, eu e meus colegas de curso participamos do último vestibular da universidade e justamente por isso sabemos o quanto a instituição nos é importante. No entanto, muitos cidadãos erechinenses não sabem ao menos o seu endereço.
Sabemos que a Uergs é importante não somente a nós acadêmicos e nossos professores, pois, segundo o Caderno Acadêmico, a universidade além de ser gratuita, o que permite o acesso à educação de 3º grau a todos que não têm a opção de pagar pelos seus estudos, é também responsável pela promoção do desenvolvimento sustentável da região. O desenvolvimento sustentável, por sua vez, é aquele que respeita os limites físicos inerentes ao ecossistema mundial e garante que continue funcionando no futuro. E dentro desta nova visão de desenvolvimento, Sachs destaca princípios básicos:
1. Satisfação das necessidades básicas;
2. Solidariedade com as gerações futuras;
3. Participação da população envolvida;
4. Preservação dos recursos naturais e do Meio Ambiente em geral;
5. Elaboração de um sistema social que garanta emprego, segurança social e respeito a todas as culturas;
6. Programas de Educação.
Programas de educação! A Uergs hoje é um “programa de educação”?
Existe a necessidade de se ter a Uergs como modelo de educação, tendo em vista que a educação é a base para todo e qualquer projeto, programa ou política social, porque ela deve englobar todos os princípios básicos do desenvolvimento sustentável descritos por Sachs. Contudo isto só será possível se suas portas continuarem abertas.
Eu me chamo Bruna Fontana, sou acadêmica do 4º semestre do Curso Superior de Tecnologia em Meio Ambiente, cujo início se deu em agosto de 2006 na unidade do município de Erechim. Portanto, eu e meus colegas de curso participamos do último vestibular da universidade e justamente por isso sabemos o quanto a instituição nos é importante. No entanto, muitos cidadãos erechinenses não sabem ao menos o seu endereço.
Sabemos que a Uergs é importante não somente a nós acadêmicos e nossos professores, pois, segundo o Caderno Acadêmico, a universidade além de ser gratuita, o que permite o acesso à educação de 3º grau a todos que não têm a opção de pagar pelos seus estudos, é também responsável pela promoção do desenvolvimento sustentável da região. O desenvolvimento sustentável, por sua vez, é aquele que respeita os limites físicos inerentes ao ecossistema mundial e garante que continue funcionando no futuro. E dentro desta nova visão de desenvolvimento, Sachs destaca princípios básicos:
1. Satisfação das necessidades básicas;
2. Solidariedade com as gerações futuras;
3. Participação da população envolvida;
4. Preservação dos recursos naturais e do Meio Ambiente em geral;
5. Elaboração de um sistema social que garanta emprego, segurança social e respeito a todas as culturas;
6. Programas de Educação.
Programas de educação! A Uergs hoje é um “programa de educação”?
Existe a necessidade de se ter a Uergs como modelo de educação, tendo em vista que a educação é a base para todo e qualquer projeto, programa ou política social, porque ela deve englobar todos os princípios básicos do desenvolvimento sustentável descritos por Sachs. Contudo isto só será possível se suas portas continuarem abertas.
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